Confiscar FGTS dos demitidos é assalto

Dificultar o acesso do trabalhador a uma proteção paga no momento de maior fragilidade é mais uma perversidade de Temer

Escrito por: Vagner Freitas • Publicado em: 27/06/2017 - 16:04 • Última modificação: 27/06/2017 - 16:31 Escrito por: Vagner Freitas Publicado em: 27/06/2017 - 16:04 Última modificação: 27/06/2017 - 16:31

Foto: Roberto Parizotti

A proposta do governo ilegítimo e golpista Temer de usar parte do FGTS dos demitidos sem justa causa para economizar com o pagamento do seguro-desemprego é um assalto ao trabalhador.

Como eu sempre digo, Temer ajuda a mobilizar a classe trabalhadora para nossos dias de mobilização, paralisação e greve. E essa notícia de que pretende confiscar o dinheiro do FGTS dos demitidos, vai ajudar a parar o Brasil na próxima sexta, dia 30, Dia de Greve, Paralisações e Mobilizações contra as reformas (desmontes) Trabalhista, Previdenciário, Terceirização e, agora, o roubo do FGTS.

A ideia em relação ao FGTS é mais ou menos assim: o governo pega um dinheiro que é seu, confisca e só deixa você a sacar aos poucos, em parcelas com valores equivalentes ao seu último salário.

Os ministros da Fazenda e do Planejamento, não revelaram os detalhes do projeto na última sexta-feira, dia 23, quando anunciaram a novidade para empresários. O que sabemos é que eles querem usar durante três meses parte do FGTS e a multa de 40% do fundo paga aos demitidos sem justa causa no lugar do seguro desemprego.

A partir do quarto mês, se o trabalhador arranjar um emprego formal, pode sacar o restante da sua poupança forçada no FGTS, caso tenha sobrado algo. Se continuar desempregado, poderá dar entrada no seguro desemprego que lhe e devido e sacar o restante do seu saldo no FGTS.

É importante que todos saibam que o FGTS e o seguro-desemprego não são direitos exclusivos do Brasil, país que, segundo alguns, teria excesso de benefícios.

Todos os países da OCDE têm seguro-desemprego que, em geral, duram no mínimo 12 meses no mínimo. Após um ano, em alguns países, o trabalhador passa a receber um auxílio ao desempregado, que é um valor fixo e não mais uma porcentagem do salário na ativa.

Também é comum entre os países da OCDE, a indenização por tempo de serviço em caso de demissão involuntária. A indenização não tem nada a ver com o seguro-desemprego e é sempre paga pelo empregador em proporção ao tempo que o trabalhador esteve empregado.

O improviso do governo do golpista e ilegítimo Temer para lidar com a queda da arrecadação e a alta do desemprego, que já atinge mais de 14 milhões de brasileiros, não pode punir o trabalhador, justamente quando este mais precisa.

Já temos um seguro ínfimo perto do pago pelos países desenvolvidos. Dificultar o acesso do trabalhador a esta proteção e ainda por cima usar o FGTS que é um fundo privado para cobrir o rombo é mais um assalto à classe trabalhadora.

#ForaTemer!
#Dia30BrasilVaiParar
#NãoAoFimDaAposentadoria
#NãoAoFimDaCLT
#NãoAoConfiscoDoFGTS

Título: Confiscar FGTS dos demitidos é assalto, Conteúdo: A proposta do governo ilegítimo e golpista Temer de usar parte do FGTS dos demitidos sem justa causa para economizar com o pagamento do seguro-desemprego é um assalto ao trabalhador. Como eu sempre digo, Temer ajuda a mobilizar a classe trabalhadora para nossos dias de mobilização, paralisação e greve. E essa notícia de que pretende confiscar o dinheiro do FGTS dos demitidos, vai ajudar a parar o Brasil na próxima sexta, dia 30, Dia de Greve, Paralisações e Mobilizações contra as reformas (desmontes) Trabalhista, Previdenciário, Terceirização e, agora, o roubo do FGTS. A ideia em relação ao FGTS é mais ou menos assim: o governo pega um dinheiro que é seu, confisca e só deixa você a sacar aos poucos, em parcelas com valores equivalentes ao seu último salário. Os ministros da Fazenda e do Planejamento, não revelaram os detalhes do projeto na última sexta-feira, dia 23, quando anunciaram a novidade para empresários. O que sabemos é que eles querem usar durante três meses parte do FGTS e a multa de 40% do fundo paga aos demitidos sem justa causa no lugar do seguro desemprego. A partir do quarto mês, se o trabalhador arranjar um emprego formal, pode sacar o restante da sua poupança forçada no FGTS, caso tenha sobrado algo. Se continuar desempregado, poderá dar entrada no seguro desemprego que lhe e devido e sacar o restante do seu saldo no FGTS. É importante que todos saibam que o FGTS e o seguro-desemprego não são direitos exclusivos do Brasil, país que, segundo alguns, teria excesso de benefícios. Todos os países da OCDE têm seguro-desemprego que, em geral, duram no mínimo 12 meses no mínimo. Após um ano, em alguns países, o trabalhador passa a receber um auxílio ao desempregado, que é um valor fixo e não mais uma porcentagem do salário na ativa. Também é comum entre os países da OCDE, a indenização por tempo de serviço em caso de demissão involuntária. A indenização não tem nada a ver com o seguro-desemprego e é sempre paga pelo empregador em proporção ao tempo que o trabalhador esteve empregado. O improviso do governo do golpista e ilegítimo Temer para lidar com a queda da arrecadação e a alta do desemprego, que já atinge mais de 14 milhões de brasileiros, não pode punir o trabalhador, justamente quando este mais precisa. Já temos um seguro ínfimo perto do pago pelos países desenvolvidos. Dificultar o acesso do trabalhador a esta proteção e ainda por cima usar o FGTS que é um fundo privado para cobrir o rombo é mais um assalto à classe trabalhadora. #ForaTemer! #Dia30BrasilVaiParar #NãoAoFimDaAposentadoria #NãoAoFimDaCLT #NãoAoConfiscoDoFGTS



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