CUT Paraíba repudia violência a manifestantes

Escrito por: CUT Paraíba • Publicado em: 25/01/2018 - 16:13 • Última modificação: 26/01/2018 - 11:26 Escrito por: CUT Paraíba Publicado em: 25/01/2018 - 16:13 Última modificação: 26/01/2018 - 11:26

FBP-PB

Após o julgamento do ex-presidente Lula, na noite de ontem, dia 24/01, houve uma ação arbitrária pela Brigada Policial de Porto Alegre, onde foram detidos 28 jovens, militantes do Levante Popular da Juventude, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST e do Mídia Ninja.  

A Central Única dos Trabalhadores da Paraíba (CUT-PB) vem a público se solidarizar com os companheiros e companheiras de todo o país presos, de forma autoritária e desmedida, e reafirmar que lutar não é crime, é um direito de quem se preocupa com o destino de um país, que tem uma justiça direcionada para poucos, numa terra em que a lei  só funciona para quem menos tem.

A violência é um dos pilares do golpe contra a democracia e ao povo brasileiro. Numa conjuntura de retrocessos nos direitos da classe trabalhadora e acirramento da luta, se ampliam a repressão e tentativa de amedrontar os que se rebelam.  

Frente aos desafios na defesa da democracia e do direto de Lula ser candidato, manteremos nossos punhos erguidos na resistência contra o golpe e não aceitaremos a criminalização dos que lutam por uma nova sociedade com justiça social e com direito de expressão.  Lutar não é crime!   

Título: CUT Paraíba repudia violência a manifestantes, Conteúdo: Após o julgamento do ex-presidente Lula, na noite de ontem, dia 24/01, houve uma ação arbitrária pela Brigada Policial de Porto Alegre, onde foram detidos 28 jovens, militantes do Levante Popular da Juventude, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST e do Mídia Ninja.   A Central Única dos Trabalhadores da Paraíba (CUT-PB) vem a público se solidarizar com os companheiros e companheiras de todo o país presos, de forma autoritária e desmedida, e reafirmar que lutar não é crime, é um direito de quem se preocupa com o destino de um país, que tem uma justiça direcionada para poucos, numa terra em que a lei  só funciona para quem menos tem. A violência é um dos pilares do golpe contra a democracia e ao povo brasileiro. Numa conjuntura de retrocessos nos direitos da classe trabalhadora e acirramento da luta, se ampliam a repressão e tentativa de amedrontar os que se rebelam.   Frente aos desafios na defesa da democracia e do direto de Lula ser candidato, manteremos nossos punhos erguidos na resistência contra o golpe e não aceitaremos a criminalização dos que lutam por uma nova sociedade com justiça social e com direito de expressão.  Lutar não é crime!   



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