CUT-PB participa de construção do 8 de março

A Central Única dos Trabalhadores da Paraíba, através da Secretaria da Mulher Trabalhadora, vem participando das plenárias e reuniões de discussão sobre a jornada do 8 de março na Paraíba.

Escrito por: Elara Leite • Publicado em: 22/02/2019 - 17:16 • Última modificação: 25/02/2019 - 17:04 Escrito por: Elara Leite Publicado em: 22/02/2019 - 17:16 Última modificação: 25/02/2019 - 17:04

Divulgação

A Central Única dos Trabalhadores da Paraíba, através da Secretaria da Mulher Trabalhadora, vem participando das plenárias e reuniões de discussão sobre a jornada do 8 de março na Paraíba. Durante a Plenária organizativa da programação alusiva ao Dia Internacional da Mulher, realizada na quarta-feira última (20), foi definido que o slogan deste ano será “Vivas, livres, por direitos”.

O ato unificado deste ano, que será realizado no próprio dia 8 de março, terá concentração às 14h, em frente ao Teatro Santa Roza, no Centro de João Pessoa. Além do ato, o movimento de mulheres e diversas entidades que apoiam a causa feminista, como a CUT-PB, também realizarão atividades paralelas. “Há tempos o 8 de março deixou de ser uma data meramente celebrativa e tornou-se um processo, em vez de uma atividade para celebrar a data optamos por construir uma jornada com programação que se estende por tudo o mês de março”, definiu Luzenira Linhares, Secretária da Mulher Trabalhadora da CUT.

Este é o primeiro grande ato de rua após as eleições, com o objetivo de resistir à perda de direitos e conquistas, as quais impactarão principalmente nas mulheres, como os direitos trabalhistas e previdenciários. “A reforma da previdência, se for aprovada, prejudica mais as mulheres com o aumento da idade mínima e com a redução do valor da aposentadoria”, explicou Luzenira.

A próxima reunião de planejamento do ato ficou prevista para o dia 28 de março, no Sintespb, em João Pessoa.

Atividades da CUT-PB

Como estratégia de mobilização e envolvimento das mulheres trabalhadoras, base dos sindicatos ou organizadas pelo sindicato, a CUT, através das secretarias da Mulher Trabalhadora e de Comunicação, realiza duas atividades: o Seminário "Bolsonaro prejudica a vida das Mulheres: como fazer o enfrentamento do desmonte das políticas públicas?", que acontecerá no dia 12 de março em João Pessoa, no auditório do Sinttel, a partir das 8h, com a palestrante Teresa Leitão, deputada estadual pelo PT-PE, além de um evento em Campina Grande, no dia 23 de março, no qual foram programados um debate sobre a análise crítica da mídia e uma oficina sobre redes sociais, que serão desenvolvidas em parceria com o Sindicato dos Jornalistas da Paraíba, contando como ministrante da oficina e facilitadora do debate, a diretora do SindijorPB e também assessora de comunicação da CUT, Elara Leite. Para a mobilização e organização da atividade em Campina Grande, uma parceria foi realizada junto à Secretaria de Mulheres do PT-PB.

“O principal objetivo desses momentos com as mulheres trabalhadoras no âmbito da CUT e sindicatos, é alertá-las sobre os perigos de perdermos os direitos conquistados ao longo de quase 70 anos, com muita luta, além de despertar a necessidade e importância de nos somarmos às lutas gerais organizadas pelos movimentos de mulheres e movimentos sociais. Já perdemos muito com a reforma trabalhista e com a reforma da previdência e se não nos movimentarmos vamos perder o que ainda resta que é o direito de se aposentar”, concluiu Luzenira.

 

Título: CUT-PB participa de construção do 8 de março, Conteúdo: A Central Única dos Trabalhadores da Paraíba, através da Secretaria da Mulher Trabalhadora, vem participando das plenárias e reuniões de discussão sobre a jornada do 8 de março na Paraíba. Durante a Plenária organizativa da programação alusiva ao Dia Internacional da Mulher, realizada na quarta-feira última (20), foi definido que o slogan deste ano será “Vivas, livres, por direitos”. O ato unificado deste ano, que será realizado no próprio dia 8 de março, terá concentração às 14h, em frente ao Teatro Santa Roza, no Centro de João Pessoa. Além do ato, o movimento de mulheres e diversas entidades que apoiam a causa feminista, como a CUT-PB, também realizarão atividades paralelas. “Há tempos o 8 de março deixou de ser uma data meramente celebrativa e tornou-se um processo, em vez de uma atividade para celebrar a data optamos por construir uma jornada com programação que se estende por tudo o mês de março”, definiu Luzenira Linhares, Secretária da Mulher Trabalhadora da CUT. Este é o primeiro grande ato de rua após as eleições, com o objetivo de resistir à perda de direitos e conquistas, as quais impactarão principalmente nas mulheres, como os direitos trabalhistas e previdenciários. “A reforma da previdência, se for aprovada, prejudica mais as mulheres com o aumento da idade mínima e com a redução do valor da aposentadoria”, explicou Luzenira. A próxima reunião de planejamento do ato ficou prevista para o dia 28 de março, no Sintespb, em João Pessoa. Atividades da CUT-PB Como estratégia de mobilização e envolvimento das mulheres trabalhadoras, base dos sindicatos ou organizadas pelo sindicato, a CUT, através das secretarias da Mulher Trabalhadora e de Comunicação, realiza duas atividades: o Seminário Bolsonaro prejudica a vida das Mulheres: como fazer o enfrentamento do desmonte das políticas públicas?, que acontecerá no dia 12 de março em João Pessoa, no auditório do Sinttel, a partir das 8h, com a palestrante Teresa Leitão, deputada estadual pelo PT-PE, além de um evento em Campina Grande, no dia 23 de março, no qual foram programados um debate sobre a análise crítica da mídia e uma oficina sobre redes sociais, que serão desenvolvidas em parceria com o Sindicato dos Jornalistas da Paraíba, contando como ministrante da oficina e facilitadora do debate, a diretora do SindijorPB e também assessora de comunicação da CUT, Elara Leite. Para a mobilização e organização da atividade em Campina Grande, uma parceria foi realizada junto à Secretaria de Mulheres do PT-PB. “O principal objetivo desses momentos com as mulheres trabalhadoras no âmbito da CUT e sindicatos, é alertá-las sobre os perigos de perdermos os direitos conquistados ao longo de quase 70 anos, com muita luta, além de despertar a necessidade e importância de nos somarmos às lutas gerais organizadas pelos movimentos de mulheres e movimentos sociais. Já perdemos muito com a reforma trabalhista e com a reforma da previdência e se não nos movimentarmos vamos perder o que ainda resta que é o direito de se aposentar”, concluiu Luzenira.  



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